Já ouviu falar dos wearables? São os dispositivos vestíveis como smartwatches, anéis inteligentes, faixas de peito e sensores de movimento.

Se não ouviu, precisa abrir os olhos para as mudanças no esporte nos últimos anos. Isso porque, eles se tornaram presença constante no dia a dia de atletas e praticantes de esportes.

Marcas como Polar, Garmin, Apple e Whoop popularizaram tecnologias antes restritas à elite esportiva. Ou seja, tornaram dados de performance acessíveis a qualquer pessoa interessada em melhorar resultados e bem-estar.

“Hoje, ter acesso a métricas precisas é uma vantagem competitiva. Saber monitorar treino, recuperação e saúde permite decisões mais inteligentes, redução de lesões e evolução real no desempenho.”

O que são wearables e por que viraram febre?

Wearables são dispositivos eletrônicos que capturam informações sobre o corpo e atividade física. Eles vão desde relógios inteligentes até sensores de movimento, anéis que medem sono e faixas de peito que registram frequência cardíaca.

O diferencial atual desses dispositivos é a precisão, a integração com aplicativos e a interface amigável, que transforma dados complexos em insights simples e acionáveis.

A Garmin, por exemplo, se conecta aos óculos inteligentes Oakley Meta Vanguard AI para mandar dados em tempo real aos atletas.

Garmin se conecta aos wearables Oakley Meta Vanguard AI

Além disso, muitos wearables incorporam elementos sociais: compartilhamento de resultados em grupos, rankings e comunidades online aumentam motivação e engajamento.

Principais dados coletados pelos wearables e como usar

Os wearables capturam informações variadas, que podem ser divididas em três categorias principais:

  • Métricas de treino: distância percorrida, velocidade, cadência e potência, especialmente relevantes para corrida, ciclismo e triathlon.
  • Saúde e recuperação: frequência cardíaca, VO2 máx, variabilidade da frequência cardíaca (HRV) e qualidade do sono, fundamentais para prevenção de lesões e melhora do desempenho.
  • Energia e nutrição: gasto calórico, hidratação e carga de treino, permitindo ajustes no consumo de alimentos e suplementos.

Esses dados, quando bem analisados, permitem que atletas e academias individualizem treinos e tomem decisões mais inteligentes.

Mas ter métricas não basta: é preciso transformá-las em ação.

  • Ajustar a intensidade do treino com base em zonas de frequência cardíaca ou potência no ciclismo e corrida garante evolução segura.
  • Monitorar fadiga e carga de treino ajuda a prevenir lesões.
  • Indicadores de recuperação, como HRV e sono, orientam a programação de dias de descanso e sessões mais eficientes.

A individualização é a chave para a longevidade e os wearables já entenderam isso!

Treinos baseados em dados reais são muito mais eficazes do que médias genéricas, aumentando desempenho e engajamento de atletas de todos os níveis.

Alguns exemplos de wearables

Monitoramento inteligente Whoop

A proposta é manter a coleta de dados e monitoramento sem estar conectado ou precisar escolher entre um smartwatch ou um relógio esportivo. A peça criada pela Whoop pode ser usada como pulseira ou acoplada à roupas.
wearables whoop

Pulseiras e faixas de monitoramento Polar

Além dos relógios e acessórios já conhecidos, a Polar também lançou a pulseira inteligente. Além da integração, as pulseiras deram a liberdade de personalização de estilo aos interessados.

wearables da polar

Oura Ring

Todos os dados de saúde e monitoramento em tempo real, em apenas um anel: essa é a proposta da Oura Ring.
wearable oura ring

Oportunidades para marcas e academias

Pensando em explorar o potencial dos wearables para sua marca?

  • Academias: integração com dispositivos para personalizar treinos, lançar desafios, acompanhar evolução e fornecer relatórios detalhados.
  • Marcas de suplementos e vestuário: relacionar produtos com métricas de desgaste, recuperação e performance, fortalecendo o valor percebido.
  • Eventos esportivos: criar rankings, desafios e competições baseados em dados coletados por wearables.
  • Marketing de comunidade: grupos exclusivos em WhatsApp ou Strava engajam usuários e fortalecem vínculo com a marca.

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Redator Boico
Autor Lorrayne Santos - Head de Redação e Copywriting